Terapia para Crianças e Adolescentes | Ismael dos Santos - Psicólogo CRP 07/40640

Terapia para Crianças e Adolescentes

Cuidando do desenvolvimento emocional desde cedo

Ser criança ou adolescente não é simples. Crescer envolve aprender, sentir, se relacionar, lidar com frustrações, mudanças e desafios. Nem sempre esse processo acontece de forma tranquila.

A psicoterapia para crianças e adolescentes existe para ajudar justamente nesses momentos.

O que é acompanhar o desenvolvimento infantojuvenil?

Acompanhar o desenvolvimento significa olhar para a criança ou adolescente de forma completa:

  • Como ele se sente
  • Como se relaciona
  • Como aprende
  • Como lida com emoções
  • Como está na família e na escola

O desenvolvimento humano é integrado: emoções, pensamento e relações crescem juntos (Winnicott, 1965; Bowlby, 1969/1982).

Por isso, cuidar apenas do comportamento ou da nota escolar não é suficiente. É preciso compreender a criança como um todo (Erikson, 1968).

Nem toda dificuldade é um transtorno

Muitos pais ficam angustiados quando algo não vai bem com o filho. Mas é importante saber:

👉 Nem todo problema na infância ou adolescência significa doença. Algumas dificuldades são próprias de fases do crescimento.

A avaliação psicológica ajuda a diferenciar:

Crises Normais

Crises normais da idade e dificuldades emocionais passageiras.

Contexto Familiar

Problemas familiares que afetam o comportamento.

Avaliação Especializada

Transtornos que precisam de tratamento e intervenção específica.

A criança expressa seus conflitos de forma diferente do adulto: pelo brincar, pelo corpo e pelo comportamento (Klein, 1932; Anna Freud, 1965).

Por isso, o olhar clínico precisa ser sensível e especializado.

Como funciona a terapia?

O atendimento é adaptado para cada fase da vida.

Com Crianças

Usamos o brincar, desenhos, histórias, jogos e atividades simbólicas. Porque é assim que elas comunicam o que sentem (Winnicott, 1971).

Com Adolescentes

O diálogo é mais direto. Trabalhamos emoções, conflitos e identidade, respeitando o tempo e o jeito de cada um.

A terapia oferece um espaço seguro para falar, sentir e elaborar o que muitas vezes não consegue ser dito em casa ou na escola (Freud, 1909/1996).

Sinais de que seu filho pode precisar de ajuda

É importante procurar acompanhamento quando aparecem sinais como:

Indicadores Comuns

  • Dificuldades escolares persistentes
  • Isolamento social
  • Agressividade frequente
  • Ansiedade intensa
  • Tristeza prolongada
  • Alterações no sono ou alimentação
  • Mudanças bruscas de comportamento
  • Suspeitas de TDAH, autismo ou outros transtornos

Cada etapa do desenvolvimento traz desafios próprios, e quando eles não são bem elaborados, podem surgir sintomas (Mahler, 1975).

A participação dos pais é fundamental

Nenhum trabalho com crianças e adolescentes acontece sem os pais. O desenvolvimento emocional ocorre dentro das relações familiares (Winnicott, 1960; Bion, 1962).

Orientação Parental

Entender melhor seu filho e melhorar a comunicação.

Limites com Afeto

Estabelecer limites com afeto e lidar com conflitos do dia a dia.

Apoio ao Desenvolvimento

Apoiar o desenvolvimento emocional e escolar da criança.

Cuidar dos pais também é cuidar da criança (Stern, 1995).

Benefícios da psicoterapia para crianças e adolescentes

O acompanhamento psicológico traz ganhos reais e concretos:

Ganhos no Desenvolvimento

  • Melhora da autoestima e mais autoconfiança
  • Redução da ansiedade e diminuição da agressividade
  • Melhor rendimento escolar
  • Maior capacidade de lidar com frustrações
  • Fortalecimento das relações sociais
  • Elaboração de medos, perdas e traumas

O desenvolvimento emocional saudável é tão importante quanto o físico e o intelectual (Spitz, 1965).

Benefícios para toda a família

Quando a criança melhora, a família inteira muda. Os pais costumam perceber:

Harmonia Familiar

Menos estresse em casa, mais diálogo e clima familiar mais tranquilo.

Segurança Parental

Mais segurança para educar e redução de conflitos.

Quando os adultos conseguem oferecer continência emocional, todo o ambiente familiar se organiza melhor (Bion, 1962).

Acolhimento em situações delicadas

Além das dificuldades comuns da infância e adolescência, ofereço apoio especializado em contextos como:

Perinatal e Parentalidade

Maternidade/paternidade atípicas, depressão pós-parto, prematuridade, luto materno.

Desafios de Saúde

Gestação com intercorrências, internação hospitalar prolongada, elaboração de diagnósticos difíceis.

Contexto Familiar

Mães solo/pais solo, criação de filhos sem rede de apoio.

Essas experiências afetam profundamente pais e filhos. O acompanhamento psicológico ajuda a atravessar esses momentos com mais equilíbrio e menos sofrimento (Fraiberg, 1980; Stern, 1995).

Por que buscar ajuda cedo?

Quanto antes uma dificuldade é cuidada, melhores são os resultados. Intervir na infância e na adolescência significa:

Investimento no Futuro

  • Prevenir problemas futuros
  • Fortalecer a saúde mental
  • Ajudar a criança a crescer com mais segurança

Muitos sofrimentos da vida adulta têm raízes na infância (Freud, 1914/1996). Cuidar cedo é investir no futuro.

Conclusão

O desenvolvimento infantojuvenil é um processo delicado e decisivo. A psicoterapia, integrada à orientação aos pais, é uma das formas mais completas de cuidado emocional com crianças e adolescentes.

Buscar ajuda não é sinal de fracasso. 👉 É um ato de amor e responsabilidade.

Se você percebe que seu filho ou sua filha está enfrentando dificuldades, eu posso ajudar.

Vamos conversar?

Se você sente que seu filho precisa de apoio emocional, orientação ou avaliação, estou à disposição para caminhar junto com sua família.

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Atendimento presencial e online
Luis Ismael dos Santos – Psicólogo CRP 07/40640

Referências (APA – ordem alfabética)

  • Anna Freud, A. (1965). Normality and pathology in childhood. International Universities Press.
  • Bion, W. R. (1962). Learning from experience. Heinemann.
  • Bowlby, J. (1969/1982). Attachment and loss: Vol. 1. Attachment. Basic Books.
  • Erikson, E. H. (1968). Identity: Youth and crisis. Norton.
  • Fraiberg, S. (1980). Clinical studies in infant mental health. Basic Books.
  • Freud, S. (1909/1996). Análise de uma fobia em um menino de cinco anos. Edição Standard Brasileira.
  • Freud, S. (1914/1996). Sobre o narcisismo: uma introdução. Edição Standard Brasileira.
  • Klein, M. (1932). The psycho-analysis of children. Hogarth Press.
  • Mahler, M. (1975). The psychological birth of the human infant. Basic Books.
  • Spitz, R. (1965). The first year of life. International Universities Press.
  • Stern, D. N. (1995). The motherhood constellation. Basic Books.
  • Winnicott, D. W. (1960). The theory of the parent–infant relationship. International Journal of Psycho-Analysis.
  • Winnicott, D. W. (1965). The maturational processes and the facilitating environment. Hogarth Press.
  • Winnicott, D. W. (1971). Playing and reality. Tavistock.