Terapia para o Vínculo Pais-Bebê | Ismael dos Santos - Psicólogo CRP 07/40640

Terapia para o Vínculo
Pais-Bebê

Cuidando da relação que forma a base da vida emocional

Ser mãe ou pai é transformador. Mas também pode ser desafiador. Muitas vezes surgem dúvidas, medos, inseguranças e sentimentos difíceis — principalmente quando a chegada do bebê não acontece como foi sonhado.

A terapia para o vínculo pais-bebê existe justamente para isso: ajudar a fortalecer a relação afetiva entre pais e filhos desde os primeiros momentos de vida.

O que é o vínculo pais-bebê?

O vínculo é a ligação emocional entre o bebê e quem cuida dele. Ele começa a se formar desde o nascimento, através de:

  • Carinho
  • Cuidado
  • Presença
  • Olhar
  • Toque
  • Atenção às necessidades do bebê

Esse contato inicial organiza toda a vida emocional da criança (Winnicott, 1960; Bowlby, 1969/1982).

👉 Um vínculo seguro hoje ajuda a criança a ser mais confiante, tranquila e emocionalmente saudável no futuro.

O vínculo nem sempre nasce pronto

Muita gente acredita que o amor entre pais e bebê surge automaticamente. Nem sempre é assim. O vínculo é construído aos poucos, no dia a dia, com troca afetiva e convivência (Stern, 1995).

E isso pode ficar mais difícil quando existem situações como:

Desafios na Gestação e Parto

Gestão atípica, parto prematuro, internação do bebê.

Condições de Saúde

Diagnóstico de deficiência ou atraso no desenvolvimento.

Saúde Mental Parental

Depressão pós-parto, cansaço extremo e sobrecarga emocional.

Contexto Social

Gravidez inesperada, luto ou perdas, falta de rede de apoio.

Nesses momentos, é comum surgirem sentimentos como: culpa, medo, tristeza, frustração, insegurança, sensação de não dar conta.

Tudo isso pode interferir na aproximação com o bebê (Fraiberg, 1980; Lebovici, 1987).

E está tudo bem precisar de ajuda.

Quando o desenvolvimento é atípico

Se o bebê apresenta autismo, atrasos no desenvolvimento, síndromes ou condições médicas, o vínculo pode exigir ainda mais cuidado. Muitos pais se sentem:

  • Perdidos
  • Impotentes
  • Sem saber como se conectar
  • Com medo do futuro

A terapia ajuda os pais a compreenderem melhor o filho e a se aproximarem dele para além do diagnóstico (Bion, 1962; Stern, 1995).

Como a terapia pode ajudar?

A psicoterapia psicanalítica oferece um espaço seguro para:

Processos terapêuticos

  • Falar sem julgamento
  • Organizar sentimentos
  • Entender medos e angústias
  • Elaborar dores e frustrações
  • Fortalecer a confiança no papel de mãe e pai

Ela cuida dos pais para que eles possam cuidar melhor dos filhos (Freud, 1913/1996).

O que trabalhamos na terapia?

Na prática, o acompanhamento ajuda a:

Compreensão do Bebê

Compreender melhor as necessidades do bebê.

Saúde Emocional

Reduzir a ansiedade e a culpa, melhorar a comunicação afetiva.

Ambiente Familiar

Construir um ambiente emocional mais tranquilo em casa.

Segurança Parental

Aumentar a segurança parental e fortalecer o vínculo familiar.

Quando os pais ficam emocionalmente mais seguros, o bebê também se sente mais seguro (Winnicott, 1960).

Benefícios reais para o dia a dia

Pais e mães que fazem esse acompanhamento costumam relatar:

Transformações vivenciadas

  • Mais calma para lidar com o bebê
  • Menos medo e insegurança
  • Mais conexão afetiva
  • Melhora na relação familiar
  • Maior confiança nas próprias escolhas
  • Mais leveza na maternidade e paternidade

Esse cuidado não ajuda só no presente: ele influencia positivamente toda a vida emocional da criança (Bowlby, 1969/1982).

Por que buscar ajuda?

Porque cuidar do vínculo cedo é cuidar do futuro.

Procurar terapia nesse momento não é sinal de fraqueza, não é falta de amor, não é incapacidade.

👉 É um ato de responsabilidade e de cuidado com seu filho e com você.

Quanto mais amparados emocionalmente os pais estão, melhor o bebê se desenvolve (Stern, 1995).

Para quem é indicado?

Este acompanhamento é especialmente indicado para:

Novos Pais

Mães e pais de primeira viagem, gestação e maternidade atípica.

Desafios de Saúde

Depressão pós-parto, prematuridade, internação hospitalar do bebê, diagnósticos difíceis.

Contextos Específicos

Mães solo ou pais solo, famílias sem rede de apoio.

Dificuldades de Conexão

Dificuldades de conexão com o bebê, medo ou insegurança na parentalidade.

Meu trabalho profissional

Atuo com foco no cuidado da relação pais-bebê, integrando:

Pilares da minha abordagem

  • Psicoterapia psicanalítica
  • Conhecimento científico do desenvolvimento infantil
  • Escuta acolhedora e especializada
  • Olhar humano e sem julgamentos

Meu objetivo é ajudar você a atravessar essa fase com mais segurança, confiança e leveza.

Vamos conversar?

Se você sente que precisa de apoio para entender melhor seu bebê, fortalecer o vínculo ou atravessar um momento difícil da maternidade ou paternidade, eu posso te ajudar.

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Vamos pensar juntos no melhor caminho para você e seu filho.

Atendimento presencial e online
Luis Ismael dos Santos – Psicólogo CRP 07/40640
Especialista em Psicologia Perinatal e Desenvolvimento Humano

Referências (base teórica)

  • Bion, W. R. (1962). Learning from experience.
  • Bowlby, J. (1969/1982). Attachment and loss: Vol. 1.
  • Fraiberg, S. (1980). Clinical studies in infant mental health.
  • Freud, S. (1913/1996). Sobre o início do tratamento.
  • Lebovici, S. (1987). O bebê, a mãe e o psicanalista.
  • Stern, D. N. (1995). The motherhood constellation.
  • Winnicott, D. W. (1960). The theory of the parent–infant relationship.