Cuidando da relação que forma a base da vida emocional
Ser mãe ou pai é transformador. Mas também pode ser desafiador. Muitas vezes surgem dúvidas, medos, inseguranças e sentimentos difíceis — principalmente quando a chegada do bebê não acontece como foi sonhado.
A terapia para o vínculo pais-bebê existe justamente para isso: ajudar a fortalecer a relação afetiva entre pais e filhos desde os primeiros momentos de vida.
O vínculo é a ligação emocional entre o bebê e quem cuida dele. Ele começa a se formar desde o nascimento, através de:
Esse contato inicial organiza toda a vida emocional da criança (Winnicott, 1960; Bowlby, 1969/1982).
👉 Um vínculo seguro hoje ajuda a criança a ser mais confiante, tranquila e emocionalmente saudável no futuro.
Muita gente acredita que o amor entre pais e bebê surge automaticamente. Nem sempre é assim. O vínculo é construído aos poucos, no dia a dia, com troca afetiva e convivência (Stern, 1995).
E isso pode ficar mais difícil quando existem situações como:
Gestão atípica, parto prematuro, internação do bebê.
Diagnóstico de deficiência ou atraso no desenvolvimento.
Depressão pós-parto, cansaço extremo e sobrecarga emocional.
Gravidez inesperada, luto ou perdas, falta de rede de apoio.
Nesses momentos, é comum surgirem sentimentos como: culpa, medo, tristeza, frustração, insegurança, sensação de não dar conta.
Tudo isso pode interferir na aproximação com o bebê (Fraiberg, 1980; Lebovici, 1987).
E está tudo bem precisar de ajuda.
Se o bebê apresenta autismo, atrasos no desenvolvimento, síndromes ou condições médicas, o vínculo pode exigir ainda mais cuidado. Muitos pais se sentem:
A terapia ajuda os pais a compreenderem melhor o filho e a se aproximarem dele para além do diagnóstico (Bion, 1962; Stern, 1995).
A psicoterapia psicanalítica oferece um espaço seguro para:
Ela cuida dos pais para que eles possam cuidar melhor dos filhos (Freud, 1913/1996).
Na prática, o acompanhamento ajuda a:
Compreender melhor as necessidades do bebê.
Reduzir a ansiedade e a culpa, melhorar a comunicação afetiva.
Construir um ambiente emocional mais tranquilo em casa.
Aumentar a segurança parental e fortalecer o vínculo familiar.
Quando os pais ficam emocionalmente mais seguros, o bebê também se sente mais seguro (Winnicott, 1960).
Pais e mães que fazem esse acompanhamento costumam relatar:
Esse cuidado não ajuda só no presente: ele influencia positivamente toda a vida emocional da criança (Bowlby, 1969/1982).
Porque cuidar do vínculo cedo é cuidar do futuro.
Procurar terapia nesse momento não é sinal de fraqueza, não é falta de amor, não é incapacidade.
👉 É um ato de responsabilidade e de cuidado com seu filho e com você.
Quanto mais amparados emocionalmente os pais estão, melhor o bebê se desenvolve (Stern, 1995).
Este acompanhamento é especialmente indicado para:
Mães e pais de primeira viagem, gestação e maternidade atípica.
Depressão pós-parto, prematuridade, internação hospitalar do bebê, diagnósticos difíceis.
Mães solo ou pais solo, famílias sem rede de apoio.
Dificuldades de conexão com o bebê, medo ou insegurança na parentalidade.
Atuo com foco no cuidado da relação pais-bebê, integrando:
Meu objetivo é ajudar você a atravessar essa fase com mais segurança, confiança e leveza.
Se você sente que precisa de apoio para entender melhor seu bebê, fortalecer o vínculo ou atravessar um momento difícil da maternidade ou paternidade, eu posso te ajudar.
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Vamos pensar juntos no melhor caminho para você e seu filho.
Atendimento presencial e online
Luis Ismael dos Santos – Psicólogo CRP 07/40640
Especialista em Psicologia Perinatal e Desenvolvimento Humano
Luis Ismael dos Santos | Psicólogo CRP 07/40640
Especialista em Psicologia Perinatal e Desenvolvimento Humano